
A foto "emprestei" do Flávio
Rendimento: 4 a 6 porções
Tem coisa mais prática que montar uma pizza para um lanche saboroso e divertido? Esta receita básica vai te ajudar nesta missão.
Ingredientes
1 unidade(s) de massa para pizza
2 colher(es) (sopa) de molho de tomate
200 gr de mussarela ralada(s) grossa(s)
200 gr de presunto sem capa de gordura ralado
1 unidade(s) de tomate fatiado(s)
2 colher(es) (sopa) de queijo ralado
1 colher(es) (chá) de orégano
6 unidade(s) de azeitona verde para decorar
Modo de preparo
1º passo - Começando a receita: pegue uma assadeira coloque o disco de pizza.
2º Passo - A cobertura: cubra a pizza com o molho de tomate e coloque sobre o molho, o presunto, a mussarela, fatias de tomate, azeitonas, orégano e queijo ralado.
3º Passo - finalizando a tarefa: leve a pizza ao forno por alguns minutos para o queijo derreter levemente. Sirva em seguida.
O Daily Mail repercutiu ontem uma pesquisa que afirma que as mulheres bonitas ficam mais satisfeitas quando estão se relacionando com homens feios.
Hoje a BBC também noticiou essa pesquisa, que foi conduzida por uma equipe de psicólogos da Universidade do Tennessee e analisou como a diferença entre o nível de atratividade dos parceiros se relaciona com a satisfação de um casal.
Segundo o professor James McNulty, que coordenou o estudo, em entrevista ao Daily Mail, os homens mais bonitos que suas parceiras demonstraram tendência a oferecer menos apoio emocional e prático às suas mulheres.
Talvez essa seja a prova científica para o batido ditado “quem ama o feio, bonito lhe parece”?!
Texto e foto do site Notícias Bizarras
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27 DE MARÇO DE 2009 - 17h08
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), viu-se constrangido nesta sexta-feira (27) a trocar o comando de mais uma importante secretaria de seu governo. Dez dias após a demissão do secretário de Segurança, Ronaldo Marzagão, agora é a vez da secretária de Educação, Maria Helena Guimarães, deixar o posto. Ambos alegaram “motivos pessoais” para a demissão, mas não é segredo para ninguém que as duas secretarias vinham enfrentando uma série de problemas que, ao lado de outras mazelas do governo Serra, estavam dinamitando a imagem de “bom administrador” que o tucano tentava vender para a opinião pública com vistas às eleições de 2010.
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Em 12 DE OUTUBRO DE 2006 - 14h57
Talvez por sua formação puritana no Opus Dei, o candidato Geraldo Alckmin gosta de se fingir de casto e imaculado. No debate da TV Bandeirantes, ele fez questão de se mostrar "indignado" com a corrupção e criticou o fato de o presidente Lula repetir que "não sabia" dos desvios de conduta no seu governo. "É só perguntar aos seus amigos de 30 anos", alfinetou o falso moralista num momento de cólera bem ensaiado.
Mas, para ser conseqüente e manter as aparências, Alckmin deveria ter se desculpado em público por ter cortado a fita de inauguração da Daslu, templo de consumo dos ricaços, hoje processada por contrabando, sonegação fiscal e outras crimes. "Eu não sabia", deveria ter tido. Também poderia pedir desculpas por sua filha, Sophia Alckmin, ter sido gerente de compras nesta loja de contrabandistas. "Eu não sabia". E ainda deveria explicar porque os diretores da Daslu, sempre acompanhados de sua filha, reuniram-se com o secretário da Fazenda do seu governo, Eduardo Guardia. "Eu não sabia". Entre uma pregação do Opus Dei e sua agenda de governador, talvez não tenha tido tempo para acompanhar os negócios de sua filha!
Alckmin chegou de helicóptero
A nova loja da Daslu, um prédio de quatro andares e 20 mil metros quadrados, situada num bairro nobre da capital, foi inaugurada em junho de 2005. A colunista Mônica Bérgamo, do jornal Folha de S.Paulo, descreveu a festança dos ricaços com ares de ironia. "E soam os violinos da Daslu Orchestra, formada por 50 músicos. São 12 horas de sábado. Alckmin, que chegou ao prédio de helicóptero, desfaz a fita. 'A Daslu é o traço de união entre o bom gosto e muitas oportunidades de trabalho', diz. Só para a família Alckmin são duas: trabalham lá a filha [diretora de novos negócios da butique] e a cunhada dele, Vera".
Ainda segundo a picante crônica de Mônica Bérgamo, "Sophia puxa o pai pelo braço: começa o tour pela Daslu. Primeiro piso, importados femininos. Alckmin entra na Chanel, onde um smoking de veludo preto é vendido a R$ 22.600, uma sandália de cetim, gurgurão e pérolas sai por R$ 2.900 e uma bolsa multipocket, por R$ 14.000. As vendedoras informam que há mais de 50 pessoas na fila em São Paulo para comprar o mimo, até baratinho se comparado à bolsa Dior de couro de crocodilo, de R$ 39.980, e à mais cara Louis Vuitton, com pele de mink: R$ 23 mil".
"Vou colocar um jeans"
"Sophia leva o pai até o segundo pavimento. Mostra um helicóptero pendurado no teto. 'Que lindas as motos, Sô', diz Lu Alckmin à filha ao ver, encostada perto da escada, uma moto Harley Davidson (R$ 195 mil). Alckmin entra na Ermenegildo Zegna, passa pela Ralph Lauren, onde uma camiseta pode custar R$ 2.460. 'É tudo muito colorido aqui', observa. Os carros chamam a atenção do governador. Estão em exibição um Volvo de R$ 365 mil, lanchas de R$ 7 milhões, TVs de plasma de R$ 300 mil".
"O governador começa a fazer o caminho de volta. Os repórteres perguntam a Lu Alckmin: A senhora está de bolsa Chanel. E a blusa? 'É Burberry', responde Lu. 'Gosto de peças clássicas'. O governador, que diz comprar só 'umas camisas' na Daslu, aperta o passo. Ainda vai a Carapicuíba. E Lu tem que correr para o Palácio dos Bandeirantes. Precisa se trocar, 'colocar um jeans', para outro compromisso: um evento na Água Branca em que caminhões de vários bairros entregarão agasalhos doados para as crianças pobres da cidade enfrentarem o inverno que se avizinha", conclui, sarcástica, Mônica Bérgamo.
"Uma organização criminosa"
Poucos meses depois do ex-governador cortar a fita inaugural da Daslu, um antigo processo judicial contra os donos da butique de luxo finalmente ganhou agilidade. No final de dezembro, a juíza Maria Isabel do Prado, da 2a Vara de Justiça Federal de Guarulhos (SP), recebeu os livros contábeis e fiscais da loja. Para ter acesso a estes documentos, a juíza chegou a ameaçar de prisão a dona da butique, Eliana Tranchesi, o seu irmão Antonio Carlos Piva e os responsáveis pela contabilidade do estabelecimento.
Tais papéis comprovaram a denúncia do Ministério Público Federal de que a Daslu atua em conluio com importadoras para substituir notas fiscais fornecidas por grifes estrangeiras por notas falsas subfaturadas. Com base nos livros fiscais e contábeis, Eliana e seu irmão foram acusados de formação de quadrilha, importação irregular e falsidade ideológica. No caso da influente proprietária, a soma de penas por estes crimes chega a 21 anos de prisão. Segundo Jefferson Dias, procurador da República, a Daslu agia como uma quadrilha. "Trata-se de uma organização criminosa pela hierarquia e a divisão de tarefas que existia".
Devido aos seus estreitos vínculos com figurões da elite e autoridades do governo estadual, a trambiqueira de luxo sequer tomou os cuidados que outros sonegadores costumam adotar. "A sensação de impunidade fez com que eles se descuidassem e a situação ficou descontrolada", argumenta Matheus Magnani, outro procurador envolvido na apuração. Eliana Tranchesi participava diretamente do esquema ilícito, chegando a enviar aos fornecedores estrangeiros pedido em inglês para que eles não remetessem faturas verdadeiras dos produtos. A proprietária ainda foi acusada de crime contra a ordem tributária e evasão de divisa.
ACM chorou e Bornhausen esbravejou
Diante destas graves acusações e da tentativa de ocultar provas, em 13 de junho de 2006, a Polícia Federal acionou a Operação Narciso e ocupou a Daslu com 250 agentes e 80 auditores fiscais. A inédita operação foi elogiada pela sociedade, mas os ricaços, a mídia e vários políticos da elite fizeram um baita escândalo. A asquerosa revista Veja chegou a afirmar que a ação da PF era uma jogada do governo Lula para abafar a crise política. O senador Jorge Bornhausen, presidente do PFL, criticou o "revanchismo". Já o coronel Antônio Carlos Magalhães, assíduo freqüentador da loja, chorou ao falar ao telefone com a contraventora detida por algumas horas. E a poderosa Federação da Indústria de São Paulo convocou um ato de repúdio.
O líder do PSDB, deputado Alberto Goldman, foi quem explicitou a forma de agir da burguesia. Para ele, "essa prisão pode gerar uma crise econômica. O empresário vai dizer: para que vou investir no Brasil se posso ser preso?". Ou seja: na concepção tucana, só quem pode ser preso no país é o ladrão de galinha! O empresário que sonega imposto, remete ilegalmente dinheiro ao exterior ou comete outros crimes não pode ser tocado e ainda conta com a ajuda de certos políticos - que depois serão recompensados nas suas campanhas. O escândalo da Daslu explicitou que a corrupção é regra no mundo dos negócios capitalistas.
Reuniões na Secretaria da Fazenda
A Operação Narciso também levantou fortes suspeitas sobre a atuação do governador Geraldo Alckmin, que havia inaugurado o mega-loja de luxo na capital paulista. Na ocasião, a mídia destacou o fato da sua filha, Sophia Alckmin, ser uma prestigiada "dasluzete", responsável pelo setor de novos negócios da loja. No rastro da ação da PF, surgiram denúncias de que esta influente funcionária já havia se reunido com o secretário da Fazenda de São Paulo, Eduardo Guardia. O governo negou e a mídia preferiu o silêncio!
Mas, convocado para depor na Assembléia Legislativa, Guardia admitiu que a filha de Alckmin estivera na sede da secretaria junto com outros chefões da Daslu em, pelo menos, duas vezes no primeiro semestre de 2005. As visitas ocorreram exatamente no período em que loja solicitou autorização da Fazenda para instalar um sistema de vendas com caixa único, algo pouco usado no país e mais vulnerável à sonegação. O secretário negou qualquer "concessão de privilégios", mas gaguejou ao explicar a visita da "ilustre" filha do governador. Uma auditoria especial do Tribunal de Contas foi solicitada para averiguar o caso.
Para Renato Simões, deputado estadual do PT, não resta dúvida sobre os vínculos do ex-governador com a Daslu. "Os líderes da bancada governista primeiro negaram a presença da filha do Alckmin na Fazenda. O secretário, por sua vez, confirmou a ida. Isso significa que houve uma tentativa de usar o nome da filha do governador para agilizar a tramitação do processo do caixa único". A tucanagem paulista, que hoje tenta posar de vestal da ética e adora ostentar o luxo desta butique das trambicagens, deve uma explicação à sociedade. A mídia venal, que evita tratar do assunto com o destaque que ele merece, também! Já o presidenciável Geraldo Alckmin, caso seja acuado, poderá dizer: "Eu não sabia".
quarta-feira, 4 de março de 2009, 10:02
da Redação - estadao.com.br
SÃO PAULO - O ex-secretário adjunto da Secretaria de Segurança Pública, seu ex-sócio e estariam envolvidos em um suposto esquema que vendia cargos e sentenças favoráveis a policiais. O investigador Augusto Pena - preso na Penitenciária 2 de Tremembé - aceitou fazer delação premiada e depôs ao Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Assumiu achaques à cúpula do Primeiro Comando da Capital e entregou esquemas de corrupção para compra de decisões em processo administrativos para absolver policiais corruptos. Assinadas por Malheiros Neto, as decisões eram tomadas em nome do secretário Ronaldo Marzagão.
Quem é quem no esquema
Lauro Malheiros Neto - o ex-secretário adjunto da Secretária de Segurança Pública teria cobrado
propina para absolver policiais acusados de corrupção em processo administrativo. Malheiros Neto nega. No cargo, ele podia assinar decisões em nome do secretário da pasta, Ronaldo Marzagão.
Celso Augusto Hentscholer Valente - ex-sócio e responsável pela manutenção do escritório de advocacia do então secretário ajunto da Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto. Teria pressionado o investigador Pena, dentro do Presídio Especial da Polícia Civil para que o policial não fizesse a delação premiada. Valente diz que se trata de um ‘disparate total’;
Augusto Pena - investigador que denunciou - em troca de delação premiada - o esquema de venda de cargos e de sentenças de processos administrativos para reintegrar policiais corruptos ou absolvê-los. Foi preso por sequestrar o estudante Rodrigo Olivatto, enteado de Marco Camacho, o Marcola, do PCC. Foi ameaçado e transferido de prisão.
Denúncias
Venda de cargos e sentenças - em sua denúncia, Pena contou ao Gaeco que Malheiros Neto e Valente receberam R$ 300 mil de três investigadores para reintegrá-los à polícia. Em sua delação premiada, contou que três delegados pagaram de R$ 100 mil a R$ 250 mil pelos seus cargos no Decap e Detran.
Máfia dos bingos e caça-níqueis - além da venda de cargos e sentenças, foram denunciados a arrecadação de dinheiro da máfia dos bingos e caça-níqueis.
Segurança privada - Pena revelou que um delegado usava viaturas da polícia para prestar serviço de segurança privada. Disse que havia um esquema de desvio de verba de combustível das viaturas na região de Mogi das Cruzes, onde trabalhou em 2006. O esquema era simples: a polícia recebia verba para comprar gasolina, mas abastecia os carros com dinheiro fornecido pelas prefeituras. Os recursos do Estado "eram desviados". De vez em quando, diz ele, abasteciam em um posto perto da delegacia para apanhar o cupom fiscal.
Detran - por fim, Pena contou que cinco delegados e cinco investigadores estavam envolvidos na máfia das CNHs que agia na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos. O investigador disse que levou dinheiro de propina para a cúpula do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), até mesmo parte do que havia sido mais tarde arrecadado com o achaque a Marcola.
Investigações
Corregedoria - a Corregedoria da Polícia Civil abriu três apurações preliminares e quatro inquéritos policiais sobre as denúncias de corrupção envolvendo o investigador Augusto Pena e as pessoas que ele acusa.
Guarulhos - a promotoria de Guarulhos denunciou Pena por extorsão mediante sequestro cuja vítima é Rodrigo Olivatto, enteado de Marcola. Também o acusou de achaque a um empresário acusado de ser doleiro.
São Paulo - a 4.ª Promotoria de Justiça da Capital denunciou Pena sob a acusação de ele ter furtado do depósito do Deic uma carga de Playstation apreendida.
Gaeco - o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado de São Paulo abriu investigação sobre o suposto esquema de venda de sentenças de processos administrativos para reintegrar à policia acusados de corrupção.
DVD - os Gaecos de São Paulo e Guarulhos receberam um DVD com uma hora de gravação em que um advogado investigado no caso supostamente negocia pagamento de propina.
Policiais civis realizaram nesta quarta-feira (24) uma passeata pelas ruas centrais de Londrina, no Norte do Paraná. Eles protestaram contra a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de convocar ao trabalho os policiais já aposentados. Cerca de 100 policiais participaram da manifestação, segundo o Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região (Sindipol), que organizou o protesto.
Na região Norte do Paraná, há cerca de 100 policiais aposentados e 10 já foram chamados para retornar ao trabalho. Em todo o Estado, são 500 policiais que poderão ter a aposentadoria cancelada. “Essas pessoas não têm condições de trabalhar”, afirmou o presidente do Sindipol,Ademilson Alves Batista.
Respaldado por uma emenda constitucional, há cerca de um ano o TCE passou a convocar os policiais civis aposentados a retornarem às suas antigas funções, contrariando a decisão da Paranaprevidência, que concede as aposentadorias. O Tribunal entende que a reforma previdenciária suprimiu o direito da classe de se aposentar antes da idade mínima de 53 ou 60 anos, conforme o regime jurídico ao qual o servidor está submetido. “Queremos que o governo faça uma lei regulamentando as aposentadorias para que essa divergência acabe”, declarou Batista.
Na manifestação, os policiais reivindicaram ainda o aumento do efetivo e a elaboração de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para a categoria. Um decreto estadual tratando dessa questão chegou a ser publicado pelo governo do Estado em 2005, mas segundo o Sindipol, até hoje não entrou em vigor. Na manhã desta sexta-feira, representantes do governo e dos policiais reúnem-se em Curitiba para discutir o assunto. Sobre o aumento do efetivo, a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública informou que a partir de fevereiro de 2009, 900 policiais ingressarão nos quadros da Polícia Civil do Paraná.
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Lendo a materia do blog Investigador de Polícia, do amigo Flávio lembrei-me de ter visto alguma coisa sobre TCU e aposentadoria de policiais civis. É essa matéria acima. É interessante saber quais as semelhanças entre a legislação paranaense e a paulista para que não venhamos a correr o mesmo risco que eles. Quando se trata da polícia, pode apostar que sempre tem gente na contramão.
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