O proprietário de supermercado da Rua Benedito de Campos, 167, Jardim São Paulo ficou perplexo quando foi surpreendido por um homem que chegou armado em seu comércio, às 11h30 de sábado. - Coluna Notícias Policiais com Assis Cavalcante - Gazeta de Limeira - www.gazetadelimeira.com.br ====================== |
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Assaltante mudo aponta arma e faz "um-hummm"
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Esquizofrenia e outros transtornos Psicóticos
Fotos de www.ziza.es/recopilatório




domingo, 26 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
MANIFESTAÇÃO DE APREÇO AO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA
Está havendo uma campanha para que enviemos emails aos membros do STF elogiando o Min. Joaquim Barbosa, ou ao menos para o próprio ministro.
Os emails do STF sao:
mgilmar@stf.gov.br ;
macpeluso@stf.gov.br;
mcelso@stf.gov.br;
mmarco@stf.gov.br;
ellengracie@stf.gov.br;
gabcarlosbritto@stf.gov.br;
egrau@stf.gov.br ;
gabinete-lewandowski@stf.gov.br;
clarocha@stf.gov.br;
gabmdireito@stf.gov.br
mjbarbosa@stf.gov.br
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Em um ano, cinco escândalos abalam a Segurança Pública de SP
Gustavo Miranda e Italo Reis - estadao.com.br
Desde julho do ano passado, pelo menos quatro escândalos atingiram diretamente os civis e um outro também causou estragos na imagem da Polícia Militar. Na seqüencia, eles são: Caso Chokr, Caso Pórrio,Matadores do 18º, Achaques ao PCC e, por fim, a história da Máfia da CNH. Veja abaixo um resumo dos últimos escândalos que atingiram diretamente a Secretaria de Segurança Pública:
25/7/2007 - Caso Chokr e os caça-níqueis
Escutas realizadas pela Polícia Federal confirmaram que o advogado Jamil Chokr levava dinheiro para pagar propina a policiais civis de São Paulo quando sofreu um acidente na Marginal do Tietê, no dia 25 de julho de 2007. As conversas foram gravadas pelos agentes durante as investigações que resultaram na Operação Xeque-Mate, no dia 4, e flagraram advogados e empresários de São Paulo ligados à máfia dos caça-níqueis comentando a descoberta de dinheiro e documentos no carro de Chokr.
Entre os papéis havia uma lista de propina que parte da cúpula da Polícia Civil tentou desqualificar, levantando a suspeita de fraude contra os policiais militares que a apreenderam. Antes das escutas feitas pela PF, a apreensão de documentos no escritório e na casa do advogado já tinham reforçado os indícios de que a lista discriminava propinas.
Nas conversas gravadas pela PF, surgiram nomes, como o do empresário Raimondo Romano. Dono da empresa Multiplay, fornecedora de peças para máquinas caça-níqueis, Romano está há quase 20 anos no ramo de diversões eletrônicas. Começou com fliperamas. Uma de suas conversas com um homem identificado como Xuli ocorre minutos depois de a notícia sobre o material apreendido com Chokr ter sido divulgada. Um motociclista tentou roubar o advogado que, ao fugir, bateu seu Vectra blindado. Quando o socorreram, PMs acharam a lista de propina e R$ 27 mil em envelopes endereçados a 29 distritos e delegacias seccionais de São Paulo. Havia até bilhetes com pedidos aos policiais de cada delegacia, como "por enquanto, parem de bater", endereçado à 6ª Seccional (Santo Amaro).
25/10/2007 - Pórrio e os achaques
Os achaques de policiais à quadrilha do megatraficante colombiano Juan Carlos Abadía é outro escândalo que atingiu a Polícia Civil de São Paulo. O delegado Pedro Luiz Pórrio (foto) foi preso acusado não apenas de extorquir o colombiano, como também de achacar um traficante de Campinas. Aliás, o esquema repetiu a estratégia denunciada por cúmplices do megatraficante. Na cartilha do grupo, estão ameaças a mulheres dos traficantes, uso do poder de polícia para levantar dados, intimidar, torturar e espancar.
A primeira acusação contra Pórrio é relacionada à época em que o policial chefiava a Delegacia Seccional de Osasco, na Grande São Paulo. O empresário Daniel Braz Maróstica, operador de Abadía em São Paulo, contou em depoimento que teve de deixar um carro importado e dinheiro com policiais do Denarc para conseguir a liberação da mulher, Ana Maria Stein. No depoimento, diz que em julho de 2006 Ana telefonou para dizer que fora levada por policiais. Encaminhado ao Denarc, viu a mulher "nervosa, pálida, trêmula e desesperada" isolada em uma sala. Em seguida Pórrio teria extorquido dinheiro do empresário e liberado Ana sem registrar ocorrência - o delegado disse que foi só uma "averiguação".
Segundo denúncia do Ministério Público, em 21 de setembro, Pórrio e seus investigadores foram a Campinas, em três viaturas, à procura de José Silas Pereira da Silva, acusado de envolvimento com tráfico de drogas. A polícia local não foi informada sobre a operação. Silva foi encontrado e levado para a casa da Rua Direitos Humanos, onde mora a irmã dele, Jucileide Pereira da Silva. Os policiais não tinham mandado. No imóvel, os investigadores encontraram uma espingarda. A tortura teria começado após a apreensão da arma. Os policiais queriam que os irmãos dissessem onde escondiam drogas e dinheiro.
Silva levou socos e pontapés e foi sufocado com saco plástico. Ele desmaiou. Segundo as denúncias, a irmã dele também foi agredida com tapas, socos, e chutes pela investigadora Regina dos Santos, a única mulher na equipe de policiais. Os torturadores também colocam saco plástico na cabeça de Jucileide. Silva recobrou os sentidos e, ao presenciar as agressões à irmã, revelou o endereço de sua casa. Ainda sem mandado, os policiais foram à casa de Silva, na Chácara 6 da Rua Valter Machado de Campos, Jardim Monte Belo. A mulher dele, Érika Cristina Ferreira, se recuperava de cirurgia. Ela foi ameaçada e trancada no banheiro.
Num dos cômodos da casa, os investigadores encontraram R$ 34.962,00. Depois localizaram mais R$ 5 mil. Também se apoderaram de um veículo Gol. O dinheiro foi escondido numa viatura. Insatisfeitos, os investigadores ainda queriam mais R$ 200 mil. Mas não conseguiram o dinheiro. Os policiais foram ainda à casa do eletricista Luiz César Alves,amigo de Silva. Também segundo as denúncias, Alves foi torturado e obrigado a cavar buracos na casa. A intenção era achar drogas. Alves levou pontapés, golpes de enxada e foi sufocado com o saco. Os policiais só não sabiam que a PF monitorava amigos de Silva. Os crimes de tortura, roubo e extorsão vieram à tona.
16/2/2008 - Matadores do 18º
O coronel da Polícia Militar, José Hermínio Rodrigues, foi assassinado na manhã de 16 de janeiro deste ano, com cinco tiros. Ele estava andando de bicicleta quando um homem chegou em uma moto preta e o matou, na Avenida Engenheiro Caetano Alvares, Jardim Elisa Maria. O coronel comandava o 18.º Batalhão e investigava a formação de grupos de extermínio por policiais da zona norte de São Paulo. Ele também atuava no combate à máfias dos jogos e chacinas na região.
Hermínio sabia que corria perigo por fazer esses enfrentamentos, pois estava incomodando grupos criminosos, e comentou isso com colegas da Polícia Civil. O coronel recebia telefonemas com ameaças depois que iniciou o combate ao crime na zona norte. Desde a morte de Hermínio, ao menos sete policiais foram presos, acusados de envolvimento com o assassinato do coronel ou com o grupo de extermínio investigado por ele. O governador de São Paulo, José Serra, admitiu a existências desses grupos e anunciou o combate. O comandante geral da Polícia Militar, coronel Roberto Antonio Diniz, no entanto, afirmou, um dia depois, que não existem provas para estabelecer vínculos das chacinas com grupos policiais, principalmente do 18.º Batalhão.
O corpo do coronel, divorciado e com um filho de 8 anos, foi enterrado no dia seguinte ao assassinato. Ele formou-se aspirante oficial na Academia do Barro Branco em 1980. Concluiu em 2001 o Curso Superior de Polícia, exigido para policiais que pretendem se tornar coronéis. Em março deste ano, uma escola municipal no Jardim Elisa Maria recebeu o nome de Hermínio.
30/4/2008 - Achaques ao PCC
Os achaques ao Primeiro Comando da Capital (PPC) foram descobertos depois que a ex-mulher do investigador da Polícia Civil, Augusto Pena, entregou CDs com escutas telefônicas feita pelo policial e outros documentos. Pena e o também policial José Roberto Araújo são acusados de terem seqüestrado por dois dias, em 2005, o estudante R.O, enteado de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder do PCC. O jovem foi liberado após o pagamento de R$ 300 mil de resgate.
Ambos foram afastados das ruas, suspeitos do crime. Em 2007 foram reintegrados ao serviço, após suposta ordem do então secretário-adjunto de Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto. Depois que a polícia obteve as escutas, Pena e Araújo foram presos, no dia 30 de abril, em operação do Ministério Público Estadual, sob a acusação de extorquir a cúpula do PCC.As escutas entregues a polícia indicam que os ataques do PCC em São Paulo em maio de 2006 foram provocados por extorsões e seqüestros feitos por policiais a integrantes e familiares do grupo.
Alguns dias depois da prisão, Malheiros Neto pediu demissão. A queda dele se deve ao possível envolvimento dele com os dois policiais presos. Apesar de conhecer Pena, Malheiros negou qualquer envolvimento, e disse que se demitiu para se defender das acusações de que colaborou com o policial preso, feitas pelo delegado Nelson Silveira Guimarães.
3/6/2008 - A Máfia do Detran
A Máfia da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) começou a ser investigada em março. O Departamento de Trânsito (Detran) de São Paulo começou a fazer uma malha fina, bloqueando a habilitação de 19 mil motoristas do Estado e investigando 200 auto-escolas suspeitas de fraudes para obtenção e renovação das CNHs na região metropolitana da capital. A quadrilha por trás da máfia foi desbaratada no dia 3 deste mês, pela Operação Carta Branca. Foram presas 19 pessoas acusadas de envolvimento da máfia, que conseguia habilitação até mesmo para analfabetos. Depois disso, dois delegados e um corregedor do Detran caíram.
Na sexta-feira, 6, chefe da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos, delegado Fernando José Gomes, foi preso, acusado de também estar envolvido com a máfia. O Detran também anunciou o afastamento de 14 delegados de Ciretrans da Grande São Paulo e da Baixada Santista. A máfia pagava propinas para manter corrupção que fornecia habilitações para motoristas de todo o País. Os motoristas que compraram as CNHs também serão investigados e podem ser presos.
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Fico devendo a batalha do Morumbi e o caso Peña
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Aioooooooooooo.... Silver !!!!

Essa é só para os mais antigos. Os mais novos não vão entender nada.
terça-feira, 21 de abril de 2009
25 anos da morte de Tancredo Neves
Fonte: http://www.cpdoc.fgv.br/dhbb/verbetes_htm/3807_9.asp
Na noite de 21 de abril, dia consagrado à descoberta do Brasil, ao martírio de Tiradentes e à transferência da capital para Brasília, Tancredo Neves faleceu, depois de cumprir um calvário de 34 dias. Após ser embalsamado, seu corpo foi velado por toda a madrugada na capela do Instituto do Coração, na presença de parentes e amigos. Na manhã do dia seguinte, atendendo à solicitação do senador José Fragel-li, o Congresso se reuniu extraordinariamente para anunciar a vacância do cargo e o seu preenchimento automático pelo vice-presidente José Sarney. Em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, Sarney decretou feriado nacional e luto oficial por oito dias e garantiu que o seu programa seria o mesmo de Tancredo.
Ainda na manhã do dia 22, após a missa de corpo presente celebrada por dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo metropolitano de São Paulo, no Instituto do Coração, o esquife presidencial, sobre um carro do corpo de bombeiros e coberto pela bandeira nacional, saiu em direção ao aeroporto de Congonhas, rumo a Brasília, acompanhado por dois milhões de pessoas. No caminho, no obelisco do Parque do Ibirapue-ra, o presidente eleito recebeu homenagem oficial do governo de São Paulo, do prefeito Má-rio Covas, do comando do II Exército e demais autoridades militares. Como homengem póstuma a Tancredo, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo determinou a suspensão da greve da categoria em curso. Ao longo de todo o trajeto pendiam das janelas das casas bandeiras brasileiras com tarjas negras.
Na capital da República, após um cortejo fúnebre que durou quatro horas, seguido por imensa multidão, o corpo de Tancredo foi velado e exposto à visitação pública no palácio do Planalto, onde o arcebispo da cidade, dom José Freire Falcão, oficiou outra missa de corpo presente.
No dia 23 o corpo de Tancredo Neves chegou ao aeroporto de Pampulha, em Belo Horizonte, para receber no palácio da Liberdade as homenagens de uma multidão calculada em torno de 1,8 milhão de pessoas. As cenas registradas na capital mineira foram impressionantes. Tumultos na praça da Liberdade, provocados pela ansiedade popular em romper os cordões de isolamento, resultaram em quatro mortos e 271 feridos.
Finalmente, no dia seguinte, 24 de abril, na presença de 50 mil pessoas, incluindo cinco presidentes estrangeiros e representantes de governos de vários países, Tancredo Neves foi enterrado com honras militares no cemitério da Igreja de São Francisco, em São João del Rei, sua terra natal. Homem profundamente religioso, Tancredo era ministro vitalício-jubilado da venerável Ordem Terceira de São Francisco de Assis, na qual ingressou aos 16 anos. No cemitério discursaram o presidente José Sarney e o deputado Ulisses Guimarães. O presidente da Câmara emocionou os presentes ao afirmar: "Tancredo Neves, você foi duas vezes mais do que eleito, plebiscitado. Vivo, plebiscitado pela esperança para governar esta grande nação. Morto, plebiscitado pelas lágrimas, pelas preces, pela amargura e pelo pranto dos governantes que restaram neste grande país." O discurso de Sarney foi condensado na frase: "Seu sonho será o nosso sonho".
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Também é o dia do patrono da Polícia. No site da SSP-Polícia Civil não há nenhuma referencia sobre promover as comemorações do Dia da Polícia, a 21 de abril ou delas participar, exaltando o vulto de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, Patrono da Polícia.
Também não soube de nenhuma comemoração no meu Deinter.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
COISAS INTERESANTES E INÚTEIS
www.ziza.es/ 19/02/2009
* O Sol libera mais energia em um segundo do que tudo que a humanidade já consumiu em toda a sua existência.
* Quando você for ao Mc Donalds, preste atenção na maneira com que os atendentes colocam a comida na sua bandeija: o "M" estará sempre virado para o seu lado.
* Ratos não vomitam.(hugo)
* Napoleão Bonaparte calculou que as pedras usadas para a construção das pirâmides do Egito seriam suficientes para construir um enorme muro ao redor da França.
* 111.111.111 x 111.111.111 = 12.345.678.987.654.321
* "J" é a única letra que não aparece na tabela periódica.
* Você pisca aproximadamente 25 mil vezes por dia. (e me escreve, porra)
* Os CDs foram concebidos para comportar 72 minutos de música porque essa é a duração da Nona Sinfonia de Bethoven.
* Está provado que o cigarro é a maior fonte de pesquisas e estatísticas. (Pára de fumar, cacete)
* Relâmpagos matam mais do que vulcões, furacões e terremotos. (O deus do trovão é fogo, liriririririririri) =)
* O material mais resistente criado pela natureza é a teia de aranha.
* O nome HAL, do computador do filme "2001, uma odisséia no espaço" não foi escolhido à toa. Ele é formado pelas letras imediatamente anteriores às que formam a palavra IBM.
* O forno de microondas surgiu quando um pesquisador que estudava as microondas percebeu que elas haviam derretido o chocolate que estava em seu bolso.
* Astronautas não podem comer feijão antes de suas viagens, pois os gases podem danificar as roupas espaciais. (hahahahaha, sonic boom)!
* Os russos atendem ao telefone dizendo "Estou ouvindo" (e no Japão?)
* 15% das mulheres americanas mandam flores para si mesmas no dia dos namorados.
* Antes da Segunda Guerra, a lista telefônica de Nova Yorque tinha 22 Hitlers. Depois dela, não tinha mais nenhum. (só porque tu é alemã) =)
* As mulheres são as maiores compradoras de cuecas e barbeadores elétricos. (aí, safadinha)
* Se as doenças do coração, o câncer (cânci) e a diabete fossem erradicados, a expectativa de vida do homem seria 99,2 anos.
* A filha de Shakespeare era analfabeta.
* Antes de 1800, os sapatos para os pés direito e esquerdo eram iguais.
* Quando cobras nascem com duas cabeças, as cabeças brigam entre si por comida.
* Einstein nunca foi um bom aluno, e nem sequer falava direito aos 9 anos.
* O Oceano Atlântico é mais salgado que o Pacífico.
* O elefante é o único animal com quatro joelhos.
* O nome original de Luke Skywalker era Luke Starkiller.
* Uma gota de óleo torna
* A cada ano, 98% dos átomos do seu corpo são substituídos.
* Ovelhas não bebem água corrente.
sábado, 18 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Aguenta... agora vão ser doutores!!!!!!!!!!!
Curso Superior de Polícia formará mestres e doutores em segurança
do Canal Rio Claro, 15/04/09
Convênio entre o Caes e a Unesp aproxima acadêmicos e polícia
O Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores Cel. Nelson Freire Terra (Caes) assinou convênio com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) para o desenvolvimento de programas de pós-graduação do curso superior de polícia e do curso de aperfeiçoamento de oficiais.
Para identificar prioridades e modelos para o curso, os profissionais do Caes entraram em contato com vários estabelecimentos de ensino militar - Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Instituto Militar de Engenharia (IME) e Escola de Guerra Naval.
O primeiro projeto elaborado é um mestrado profissionalizante em segurança pública. Com este convênio, os oficiais poderão ter a titulação de mestres e doutores em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública.
O novo curso terá duração de um ano, em período integral, e quatro linhas de pesquisa: Policiamento Ostensivo e Direitos Humanos; Gestão Organizacional; Saúde e Qualidade de Vida; e Prevenção e Atendimento a Emergências.
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Para refletir.......
Em muitas das teorias que versam sobre criminalidade é dito que o cidadão entra para o crime por culpa exclusiva da sociedade que o deixa marginalizado... Pra tudo tem uma justificativa.
Até os para agentes do estado que se corrompem tem a justificativa dos “baixos salários”. Diz-se, por exemplo, que muitos policiais se deixam se corromper pela bandidagem porquê que ganham pouco... Se ganhassem bem não haveria corrupção. Enfim, se todos cidadãos ganhassem o suficiente para seu sustento digno (e de sua famílias) a criminalidade deixaria de existir...
Mas que teoria mais patética...
Vejam ai os casos emvolvendo governadores, senadores, deputados, prefeitos, vereadores, juizes , desembargadores etc... Pessoas que recebem salários de mais de 20 mil / mês para representar o povo, defender a sociedade, fazer a justiça, envolvidas no trambique.
Já do outro lado, vemos pessoas em estado absoluto de miséria que todo dia lutam para sobreviver honestamente sem nunca ter furtado um centavo sequer.
( autor desconhecido )
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
Lei de Anistia foi a lei do esquecimento do regime militar, diz cientista política
Segundo Glenda Mezarobba, da Unicamp, a reparação no Brasil teve um aspecto majoritariamente econômico e o Estado nunca reconheceu que houve tortura durante o regime militar
Ao completar 30 anos, a Lei da Anistia tornou-se o centro de uma polêmica a respeito de seu alcance. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos defende que crimes do regime militar (1964-1985) não tenham prescrição e possam ser reavaliados. Em fevereiro passado, a Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou um parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) dizendo que a lei impede a punição de torturadores, por exemplo.
"A Lei da Anistia foi a lei do esquecimento, mas foi a partir dela que começou a justiça de transição", diz a cientista política Glenda Mezarobba, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ela estudou as formas de reparação às vítimas da ditadura no Brasil, Chile e na Argentina.
Segundo ela, o processo de acerto de contas entre vítimas e Estado começou a partir do fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, quando se pensou em maneiras de reparar os que sofreram e punir os responsáveis pelos crimes cometidos pelos nazistas. Glenda chama este processo de "justiça de transição".
No Brasil, o processo começou em 1979 com a Lei da Anistia, cujo principal objetivo, segundo ela, era "perdoar" aqueles que cometeram crimes como a tortura.
A justiça de transição, diz Glenda, é baseada em quatro pilares básicos. O primeiro é a Justiça, que identifica, processa e pune os agressores. Em seguida, busca-se a verdade dos acontecimentos e arbitrariedades. O terceiro passo ocorre na reparação, que consiste em pedidos oficiais de perdão, criação de monumentos e museus que relembrem o que aconteceu, além da reparação moral e econômica. Por último, criam-se as instituições comprometidas com os novos princípios democráticos, livres dos valores autoritários do passado.
Para a cientista política, a reparação no Brasil teve um aspecto majoritariamente econômico e o Estado nunca reconheceu que houve tortura durante o regime militar. “Até hoje as Forças Armadas nunca abriram os arquivos. O acerto de contas não é só sobre as vítimas, é também um compromisso com a democracia para que nunca mais aconteça novamente".
Glenda ressalta que a justiça de transição ocorre em cada país em diferentes circunstâncias. Segundo ela, na Argentina e no Chile, a população não reivindicou uma anistia e pediu justiça. Nesses países, a eleição direta de volta à democracia foi realizada logo após a ruptura da ditadura. “No Chile, por exemplo, o direito à reparação foi uma unanimidade, todo mundo defendeu, inclusive a direita”.
Segundo ela, uma das maiores dificuldades que o Brasil tem em acertar as contas com o passado é não chamar de "vítimas" as pessoas que sofreram com o regime militar. Evitar o uso da expressão demonstra que o país continua seguindo uma lógica não-democrática, diz Glenda. “O Judiciário e as Forças Armadas devem reconhecer que houve tortura e julgar os fatos com transparência. Essas duas instituições estão em déficit com a democracia".
A cientista política afirma que o Estado brasileiro entendeu que o mais simples seria a reparação econômica, mas “esta é uma visão equivocada porque pagar em dinheiro não é a única coisa a ser feita. A reparação acada sendo feita com base em perdas econômicas e não porque a pessoa foi torturada”.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Rompimento de acordo sexual entre dois colegas de trabalho vira caso de polícia

Santa Rosa –
No final do ano passado, a Polícia Civil de Santa Rosa registrou um caso atípico envolvendo o relacionamento entre dois colegas de trabalho, que após um churrasco resolveram praticar atos libidinosos.
Funcionários de um conhecido supermercado da cidade, os dois combinaram “comer uma carne e tomar umas geladas” na casa de um deles – um tem 30 e outro 32 anos de idade – e levaram uma fita de filme pornográfico para incrementar a festa.
Lá pelas tantas, excitados com as cenas de sexo do filme, fizeram um acordo para “trocar figurinhas”. Depois de um sorteio no “par ou ímpar”, o mais velho acabou sendo o primeiro agente passivo do ato sexual combinado entre os dois parceiros.
Depois de satisfeito, o parceiro ativo (ativo até demais) disse que iria ao banheiro e fugiu porta a fora, deixando o outro esperando sua vez.
Indignado com o “prejuízo”, o homem que “deu e não recebeu” foi registrar queixa na Delegacia de polícia, relatando nos mínimos detalhes o que havia acontecido.
O rumoroso caso chegou ao conhecimento da imprensa e foi amplamente divulgado na cidade e no interior de Santa Rosa, sem citar o nome dos envolvidos.
Na área criminal, ainda não se sabe em qual artigo o acusado de abuso sexual contra o colega será indiciado – se por estupro, atentado violento ao pudor ou pederastia.
Dizem que depois desse episódio, lá em Santa Rosa convidar alguém para “assar uma carninha” é motivo de desconfiança…
segunda-feira, 13 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Diretas Já. Passaram-se 35 anos.
O movimento agregou diversos setores da sociedade brasileira. Participaram inúmeros partidos políticos de oposição ao regime ditatorial, além de lideranças sindicais, civis, artísticas, estudantis e jornalísticas. Dentre os políticos, destacaram-se Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, André Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas, Teotônio Vilela, José Serra, Luiz Inácio Lula da Silva, Eduardo Suplicy, Leonel Brizola, Miguel Arraes e José Richa.
- Detalhes Adicionais